sexta-feira, 4 de julho de 2014

Liberdade


Se o que possui verdadeira identidade manter-se-ia sempre o mesmo, ponto final. O que será beleza? Riso ou pranto. O que será justiça? Enterrar-se, num vazo, ao coração de uma rosa. O que será amor, dukkba ou dharma. Nirvarna!? Num grito, silencioso, socorro-me a mana, numina e  jinn e a todos os deuses. (e mesmo ao Javé, o DEUS de Abrão, por sinal o Deus de Moisés). Será que escolhemos o copo de água que bebemos? E os nossos sonhos? Pois, já agora, o mestre responde: Não obrigues minguem a gostar do teu salmo nem da flor que tu amas.

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