Se o que possui verdadeira
identidade manter-se-ia sempre o mesmo, ponto final. O que será beleza? Riso ou
pranto. O que será justiça? Enterrar-se, num vazo, ao coração de uma rosa. O
que será amor, dukkba ou dharma.
Nirvarna!? Num grito, silencioso, socorro-me a mana, numina e jinn e a
todos os deuses. (e mesmo ao Javé, o DEUS de Abrão, por sinal o Deus de Moisés).
Será que escolhemos o copo de água que bebemos? E os nossos sonhos? Pois, já
agora, o mestre responde: Não obrigues minguem a gostar do teu salmo nem da
flor que tu amas.
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